Por Hector Othon
É dia de fogo elétrico, de impulsos que nascem como sementes e já explodem em florestas.
A mente dança em labirintos de ideias — cada uma brilhante, urgente, essencial — mas, assim que tentamos segurá-las, já se transformam, se multiplicam ou evaporam.
É o caos criativo. Não o caos do colapso, mas o caos do possível.
O sábio não é controlar, mas fluir.
Não é exigir que o rio siga o traçado do seu mapa, mas aprender a nadar nas correntezas que surgem sem aviso.
Evite debates ásperos, cobranças rígidas, julgamentos apressados.
O campo energético está carregado: qualquer faísca pode acender um incêndio que não lhe pertence.
Muitos estarão perdidos em seus próprios turbilhões — não se enrede nos nós alheios.
Oportunidade para perceber o que já não serve.
Não com mágoa, mas com clareza amorosa.
Relações, promessas, planos... tudo o que carregava a ilusão da estabilidade agora será tocado pela mão de Urano e o ímpeto de Marte — e só o verdadeiramente alinhado sobreviverá ao teste da surpresa.
Ah, as expectativas... tão humanas, tão traiçoeiras.
tornam-se pesos que você não precisa carregar.
Liberte-se delas.
Celebre o que surge com leveza.
Acolha o que vem a seu favor.
E, se algo mudar de rumo sem pedir licença?
Sorria. Agradeça. Recomece.
Não há derrota — só desvios que guardam portais.
Deixo o vento elétrico me atravessar sem me desmontar.
Minha mente é vasta o bastante para acolher visões e soltá-las sem apego.
Meu coração é firme o suficiente para não se perder nas promessas alheias.
Sou flexível como a serpente, sábio como o escorpião, livre como a águia.“Fluo com o imprevisto.
Observo sem me prender.
Solto o que não flui comigo.
Celebro o que me eleva.
Meu caminho é movimento, não prisão.”
Confio no desenho invisível do universo — porque ele já está me recriando.
Comentários
Postar um comentário